Pare de dizer "olha ali no canto"
Kraked é voz, vídeo e tela compartilhada pro seu grupo. Quem está assistindo clica na sua tela e a marca acende no seu monitor, por cima do jogo.
grátis · instalador do Windows e AppImage do Linux, na última versão publicada
ou abrir no navegador, sem instalar nada
O que existe aqui nasceu de partida travando, tela sem som e gente falando por cima.
Quem está vendo o que você compartilha clica em qualquer ponto do quadro, e a marcação acende ali com o nome de quem clicou. Ela aparece no seu monitor por cima do jogo, não só dentro do Kraked. Em partida, isso vale mais do que a frase "olha ali no canto, do lado daquela coisa".
Quem assiste também dá zoom na tela compartilhada sem atrapalhar ninguém.
Por cima do jogo é coisa do app instalado: no navegador a marca acende dentro do quadro compartilhado, que todo mundo na sala vê.
No Windows, quem compartilha manda o áudio do jogo junto com a imagem. Cada um controla no canto do quadro o volume daquela transmissão, sem mexer no microfone nem abaixar a voz do resto da sala.
Ninguém liga pra ninguém. Quem entra no canal aparece na lista e já está na conversa. Sair é fechar a janela.
Com alguém compartilhando, a conversa vira uma tira fina e devolve a largura toda pro quadro. Mensagem nova toca um bip curto e acende um contador no botão.
Além do canal de voz, dá pra criar um de vídeo: quem entra aparece com a câmera ligada desde o primeiro segundo.
Cria o servidor, organiza os canais em categorias e passa o código pro pessoal entrar. Sem convite que expira.
Versão nova chega pelo próprio app, sem baixar instalador de novo. Você só reinicia.
Quem faz alguma coisa pro grupo (pack de textura, preset, mentoria) vende no mesmo lugar onde o grupo já conversa, sem mandar ninguém pra um site de fora.
Cria um canal do tipo Loja e ele vira a vitrine, na mesma lista dos outros canais. Quem está no servidor já está na loja.
Nome, preço, estoque e o arquivo. O card aparece montado do lado enquanto você digita: o que você vê é o que o pessoal vai ver.
Básico, Criador e Estúdio mudam quantos produtos cabem, que mídia entra e quanto sai de comissão por venda. O simulador mostra o custo em cada um antes de você escolher.
Baixar, criar a conta, chamar o pessoal. Nada além disso.
Windows tem instalador, Linux tem AppImage. A atualização depois vem sozinha.
E-mail e senha, e pronto.
Crie o servidor, copie o código dele e mande para quem vai entrar.
Grátis, sem cobrança dentro do app. O que sai de novo chega pela atualização automática.
Não. O app é gratuito e não tem cobrança dentro dele.
O app procura versão nova sozinho e avisa quando ela estiver pronta pra instalar.
Ainda não. Hoje são Windows e Linux.
Dá: app.kraked.online abre o Kraked no navegador, com a mesma conta e os mesmos servidores. Conversa, voz, câmera e tela compartilhada funcionam lá.
Duas coisas continuam sendo do app instalado, porque dependem de sair da janela: a marcação por cima do jogo (no navegador ela acende dentro do quadro) e o som do jogo indo junto com a tela, que ali depende do que o seu navegador deixa capturar.
Ainda não. Hoje dá pra abrir a loja, escolher o plano e publicar produto com preço, estoque e mídia. O que falta é o pagamento, que entra numa próxima versão. Enquanto isso o botão Comprar fica apagado, em vez de prometer o que não acontece.
No servidor do Kraked, num banco de dados nosso, e ficam lá sem prazo pra sumir: quem entra no servidor depois lê o que já foi escrito. Imagem colada no chat é a exceção: ela e a mensagem dela somem sozinhas em 6 horas. Não existe criptografia ponta a ponta, então quem administra o Kraked consegue ler o que está no banco. E quem tem o código do servidor entra nele, então trate o código como a chave da sala.
Detalhe de o que é guardado e por quanto tempo está na política de privacidade.